(SP) Polícia em SP procura motorista desaparecido após roubo de carga

Assalto aconteceu por volta das 6h desta segunda, na Via Anhanguera. Dois vigilantes da escolta do veículos ficaram feridos.

Um motorista de caminhão estava desaparecido por volta das 10h30 desta segunda-feira (22) após o roubo do veículo carregado de eletro-eletrônicos no km 22 da Rodovia Anhanguera, em São Paulo. De acordo com a Polícia Rodoviária Estadual, o crime aconteceu por volta das 6h desta segunda. Dois vigilantes da escolta do caminhão ficaram feridos. O veículo e a carga também não foram localizados até as 10h30.

Ainda segundo a polícia, o caminhão foi abordado por uma quadrilha em três carros. Os seguranças da escolta do veículo reagiram e iniciaram uma troca de tiros com os assaltantes. Um dos vigilantes foi atingido na mão e na cabeça. O segundo vigia, atingido na perna, foi rendido pela quadrilha e solto no km 42 da Rodovia dos Bandeirantes, em Franco da Rocha, na Grande São Paulo.

Os homens foram encaminhados ao Hospital Regional de Osasco e ao pronto-socorro São Vicente, em Jundiaí, no interior de São Paulo. Os dois passavam bem por volta das 10h30.

FONTE: G1 SP

(SP) Polícia em SP procura motorista desaparecido após roubo de carga

 

 

Assalto aconteceu por volta das 6h desta segunda, na Via Anhanguera. Dois vigilantes da escolta do veículos ficaram feridos.

Um motorista de caminhão estava desaparecido por volta das 10h30 desta segunda-feira (22) após o roubo do veículo carregado de eletro-eletrônicos no km 22 da Rodovia Anhanguera, em São Paulo. De acordo com a Polícia Rodoviária Estadual, o crime aconteceu por volta das 6h desta segunda. Dois vigilantes da escolta do caminhão ficaram feridos. O veículo e a carga também não foram localizados até as 10h30.

Ainda segundo a polícia, o caminhão foi abordado por uma quadrilha em três carros. Os seguranças da escolta do veículo reagiram e iniciaram uma troca de tiros com os assaltantes. Um dos vigilantes foi atingido na mão e na cabeça. O segundo vigia, atingido na perna, foi rendido pela quadrilha e solto no km 42 da Rodovia dos Bandeirantes, em Franco da Rocha, na Grande São Paulo.

Os homens foram encaminhados ao Hospital Regional de Osasco e ao pronto-socorro São Vicente, em Jundiaí, no interior de São Paulo. Os dois passavam bem por volta das 10h30.

FONTE: G1 SP

(DF) Assaltantes são presos após roubar caminhão de carga

Os bandidos prenderam o motorista do caminhão e o levaram até uma casa para descarregar a mercadoria

Dois homens foram presas hoje pela manhã em frente a Administração de Ceilândia após roubar uma van da empresa fabricantes de cigarros Sousa Cruz.

Leonardo Nascimento Brasil, 25 anos e Jarbas Coelho Lima, 32 anos, abordaram a van da empresa, que continha aproximadamente R$ 50 mil em cigarros. Eles prenderam o motorista Alessandro Oliveira Fonseca, 35 anos, e o levaram até uma casa para descarregar a mercadoria.

A van possui um sistema de rastreamento de satélites, que acionou à empresa de segurança terceirizada da Sousa Cruz sobre o roubo. Os assaltantes já procuravam um lugar para abandonar o motorista e a van. Quando a escolta chegou, foi surpreendida por dois comparsas em uma motocicleta preta, que acompanhavam o carro da Sousa Cruz. Os dois veículos trocaram tiros e a moto fugiu.

Os bandidos que estavam dentro da van foram presos e a polícia descobriu que os dois já possuíam antecedentes criminais. Jarbas estava em regime semi-aberto e Leonardo já havia participado de outro assalto. Caso julgados e condenados eles podem pegar reclusão de quatro a dez anos por roubo e de três a seis por porte ilegal de armas.

FONTE: ALO

(SP) Carro de escolta capota após assalto em rodovia de SP

Um Fiat Uno de uma empresa de segurança que realizava a escolta de um caminhão com componentes eletrônicos da empresa Dell capotou após uma tentativa de assalto no km 94 da rodovia dos Bandeirantes, altura de Campinas (99 km de São Paulo) por volta das 21h30 de sexta-feira. Dois ocupantes do carro ficaram levemente feridos.

De acordo com a Polícia Rodoviária Estadual, os assaltantes se dirigiram primeiro ao veículo de escolta e disparam tiros contra ele. Um ocupante foi acertado de raspão no rosto, enquanto que o motorista foi atingido na perna e perdeu o controle do veículo, que capotou no acostamento.

O caminhão da Dell seguiu viagem e pediu apoio da polícia, que socorreu os seguranças e os encaminharam para atendimento médico em Campinas. Ninguém foi preso e os assaltantes não conseguiram alcançar o veículo de carga para completar o roubo

FONTE: NOTICIAS TERRA

>(SP) RMC registra 1,35 roubo de carga por dia

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A Rodovia Anhanguera é uma das estradas com maior perigo para os motoristas que transportam cargas.

Pelo menos um roubo de carga é registrado por dia na RMC (Região Metropolitana de Campinas). Segundo dados da SSP (Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo), de janeiro a maio deste ano foram registrados 204 assaltos a transportadores de mercadorias nas 19 cidades que compõem a RMC – uma média de 1,35 roubo por dia.
Os números já representam um aumento nas ocorrências com relação a 2010.

Segundo estatísticas da SSP, em todo o ano passado foram registrados nas 90 cidades que compõem os Deinters (Departamentos de Polícia Judiciária de São Paulo Interior) 2 e 9, que integram as cidades da RMC, 551 roubos de carga – a secretaria começou a disponibilizar os números por cidade apenas neste ano. A média foi, nas 90 cidades, de 1,5 assalto a transportadores de mercadorias por dia.

Segundo estimativa do Sindicamp (Sindicato dos Transportadores de Cargas e Logística de Campinas e Região), os números devem ser maiores este ano, porque o maior volume de carga é transportado no último trimestre do ano, em virtude das datas comemorativas como Dia das Crianças e Natal.

Campinas, Sumaré e Hortolândia são as cidades que lideram o ranking dos roubos de carga. Por causa do Aeroporto de Viracopos, Campinas concentra mais da metade das ocorrências – 105.

Em Sumaré, foram contabilizados 35 assaltos e em Hortolândia, 19. Em quatro municípios, até maio não havia sido registrado nenhum roubo de carga: Engenheiro Coelho, Holambra, Santa Bárbara d’Oeste e Santo Antônio de Posse.

As cargas mais visadas, segundo estatísticas estaduais, são as de produtos alimentícios, eletroeletrônicos e cargas fracionadas, respectivamente.

PREVENÇÃO
Por conta do aumento de roubo de cargas na região, as transportadoras estão buscando diferentes formas de prevenção. Os caminhões geralmente possuem rastreadores, mas eles acabam sendo danificados pelos assaltantes, dificultando a recuperação dos produtos roubados.

A precaução que as empresas têm tomado é contratar escolta armada. Segundo o SindForte-Campinas (Sindicato dos Trabalhadores em Serviços de Carro Forte, Guarda, Transporte de Valores, Escolta Armada, seus anexos e afins de Campinas e Região), as empresas que oferecem este serviço na região já registraram aumento de 5% a 8% de contratos no primeiro semestre deste ano.

O 4º BPRv (Batalhão de Polícia Rodoviária), responsável pela segurança rodoviária nas cidades da RMC, também planejou operações para coibir o roubo de cargas e caminhões nas rodovias que cortam a região. Neste mês, 30% de todo o efetivo está sendo deslocado para os locais com maior incidência destes crimes.

“Nosso serviço de inteligência fez este levantamento e este mês colocamos a operação em prática. Em uma semana, ainda não registramos um roubo de carga”, disse o capitão Ricardo Roberto Tofanelli, responsável pela 3ª Companhia do batalhão.

FONTE: REDE FOLHA DE NOTICIAS

>(RJ) Carteiros motorizados ameaçam greve por falta de segurança

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Rio – Carteiros motorizados dos Correios ameaçam cruzar os braços a partir desta sexta-feira, caso o Centro de Entregas de Encomendas (CEE) de Niterói não aumente o número de escoltas armadas de dois para 11 por causa dos constantes roubos de carga.

Os trabalhadores entregam encomendas em Niterói, São Gonçalo e parte dos municípios da Região dos Lagos.  Nos últimos 12 meses, um entregador denunciou que foi assaltado 26 vezes.

O CEE utiliza vans e motos para fazer a entrega de encomendas, documentos e mercadorias, feitas através dos serviços de remessa dos Correios, como o Sedex. O secretário-geral do Sintec, Ronaldo Martins, disse que muitos carteiros sofrem sequestros-relâmpagos. “Muitos foram roubados em São Gonçalo e liberados no Rio.

Isso traz problemas psicológicos graves. Já tem gente pensando em pedir afastamento do serviço”, explicou.

De acordo com o sindicalista, houve um aumento do número de ocorrências nos últimos quatro meses. No CCE trabalham cerca de 70 carteiros que realizam o serviço de entrega em vans e motos. Segundo o levantamento do sindicato, 90% dos ataques são feitos por assaltantes em motos no município de São Gonçalo.

FONTE: O DIA ONLINE

>(PR, SC) Empresas de turismo investem em escolta armada

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A cena está ficando corriqueira nas estradas, principalmente depois que começou uma onda de assaltos à ônibus de turistas de compras

Ônibus viajando com escoltar armada. A cena está ficando corriqueira nas estradas, principalmente depois que começou uma onda de assaltos à ônibus de turistas de  compras, como o que ocorreu na segunda-feira (27), quando um ônibus de sacoleiros de Joinville foi assaltado na subida da Serra, na BR-376, no Paraná.

O ônibus foi rendido por oito pessoas. Os passageiros foram obrigados a tirar a roupa e depois trancados no bagageiro. A polícia não tem uma estatística oficial do número de casos, mas o medo é grande entre donos de empresa de turismo, passageiros e motoristas.

Para garantir a segurança, as empresas estão investindo em escolta armada e no monitoramento por satélite dos ônibus. Investimento que tem aumentado em torno de 20% o custo das viagens. “Uma escolta custa em torno de R$ 1 mil por mês e não repasso o custo total para os passageiros”, disse Wilsimar Rocha, dono da Excursões do Mano, que realiza viagens de compras para São Paulo e Paraguai duas vezes por semana.

Mano, como é conhecido, contou que está viajando com escolta há um mês. “Fiquei preocupado depois que houve assaltos na Serra para Curitiba (BR-376) e foram assaltos com violência. Claro que a escolta não vai impedir os assaltos, mas inibe a ação dos bandidos”, acredita o empresário.

Mesmo com a vigilância, o comerciante Gilson Rosa, 40 anos, disse que viaja preocupado. “A gente vai e volta bem inseguro. Depois que passa o pedágio de Garuva (na BR-101) o coração fica apertado. Com a escolta fico um pouco mais tranquilo, mas está muito perigoso viajar pelas estradas”, afirmou.

O motorista Rodrigo Tiago da Rocha, 32 anos, afirma que estar escoltado deixa a viagem mais tranquila. No entanto, ele se preocupa que outras viagens da empresa possam ficar visadas pelos ladrões. “Só os nossos ônibus para compras vão com escolta, os de excursões não. A nossa preocupação é que os ladrões confundam os dois e passem a atacar os de excursões”, disse.

Os lojistas que vão fazer comprar na região Sudeste estão exigindo que as empresas invistam em mais segurança. A Pape Turismo teve que contratar o serviço de escolta armada para manter os clientes.  “Tem lojista que só viaja conosco se tivermos escolta. É um custo alto. Apesar de absorvermos o maior valor, ainda assim as viagens estão saindo uns R$ 30 mais caro por passageiro”, explicou Nicéia Souza Sartori, proprietária da Pape Turismo.

Além dos vigilantes, a empresa também adota medidas de prevenção como só aceitar passageiros indicados por clientes antigos, não param para lanche ou jantar, não pegam passageiros no caminho e às vezes muda o horário e o roteiro das viagens.

Olhos atentos

Os motoristas da Richter Turismo, umas das principais empresas de fretamento de Joinville, são orientados a seguirem os ônibus de linha, ficarem atentos a qualquer movimentação estranha na estrada e, em caso suspeito, acionarem a polícia. “Os nossos motoristas estão viajando preocupados”, afirmou Ricardo Richter, dono da Richter Turismo.

A dona da Happy Tur, Jane Niehues, abriu mão das viagens de compras em nome da segurança. “Não faço mais viagens para Foz do Iguaçu porque é muito perigoso. Também fechei parceria com uma empresa de Araranguá, no Sul do Estado, que tem ônibus monitorados por satélite. Outra medida foi sair de Joinville durante o dia para pegar mais movimento na rodovia”, contou Jane.

Ela também costuma encaminhar oficio à PRF/PR (Polícia Rodoviária Federal) solicitando escolta, em um trecho de 20 quilômetros, quando passam por Curitiba. Como ela organiza apenas cinco ou seis excursões por mês, contratar o serviço de escolta fica muito caro. “Hoje 46% das nossas viagens são via aérea por uma questão de preço, segurança e agilidade. Se tivermos que colocar escolta nos pacotes terrestres o preço ficaria igual ao aéreo. Impraticável”, disse.

Segmento em crescimento

De acordo com coordenador de operações da Mazari Vigilância e Segurança, Luiz Fernando Medeiros, a escolta rodoviária já representa 30% do faturamento da empresa.

“Ano passado não havia nenhum ônibus escoltado. Este ano, 95% dos ônibus saem com escolta, principalmente os que vão para São Paulo e Foz do Iguaçu”, comentou o coordenador. Para atender a demanda, a Mazari aumentou em 10% o seu efetivo e em 5% a frota rodoviária. “É um segmento que está crescendo por causa dos assaltos”, disse.

A polícia não tem estatística do número de assalto à ônibus ocorridos. Na delegacia de São José dos Pinhais (PR) foram registrados três casos entre fevereiro e junho. Segundo informações da PRF/PR podem ter sido dez casos e o serviço de contra-inteligência da Mazari aponta 22 assaltos em Santa Catarina e no Paraná.

FONTE:ND JOINVILLE

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